O caso da revista Veja.

Darcy Suzuki | Atualidades, Imprensinha, Contra-informação | Sábado, 9 de Fevereiro de 2008

Pequenas notas para um trabalho de Hércules.

Visitantes poucos deste espaço pequeno, meninos e meninas, demais inteligentes e seleto:

Ana Paula Sousa é sem sombra de dúvida o melhor braço, um dos textos mais limpos, e puros, desta época triste do nosso jornalismo brasileiro. Não! Porque o mundo ainda continua bonito, as pessoas fortes, o tempo um demônio e o vento moinho. Só a imprensa brasileira caminha ao M maiúsculo. Exceto… Salve Ana Paula Sousa! Ela escreve na revista Carta Capital. É editora de cultura. Um primor…

Falando em M maiúsculo me lembro da revista Veja…

Luís Nassif é outro, este um cidadão, que traz consigo uma esperança e uma respeitabilidade; respeito, peito e habilidade, que nos lembra que nem tudo está perdido no país. Antes de jornalista, homem, e repórter sempre. Este, uma primazia.

Não deixe de ler!!! Não saiba; sinta!!!

O caso da revista Veja:

A catarse e a mídia

A mudança de comando

A guerra das cervejas

O caso Andre Esteves

O caso COC

Primeiros ataques a Dantas

Assassinatos de reputação

O quarteto de Veja

Os primeiros serviços

O caso Edson Vidigal

O dossiê falso

Toyota & coyotes.

Darcy Suzuki | Atualidades, Contra-informação | Sábado, 2 de Fevereiro de 2008

A montadora de automóveis Toyota Motors Corporation foi originada de uma fabriqueta de maquinarias de fiação de Sakichi Toyoda (豊田佐吉 とよ さきち)que viveu entre 1867 a 1930. Os primeiros registros oficiais datam em setembro de 1933 pelas mãos do seu filho Kiichiro Toyoda (豊田 喜一郎 とよだ きいちろう).

Devido à numerologia aliado aos números de toques de pincel do ideograma japonês a marca já estava rebatizada de Toyoda para Toyota em 1937.

Acima de tudo, um projeto nacional, em 1959 a cidade em que ocupava a matriz também mudara de nome para Toyota-shi cedendo o título do primeiro quarteirão do bairro Toyota à sede da empresa. Portanto, a Toyota Motors fica em Toyota-shi, Toyota-cho Quadra 1, no coração do Japão e nos corações dos japoneses.

Esta vanguardia para se (auto-)superar vem portanto, antes do pós-guerra. Sabe-se lá o que faziam durante a guerra mas como todo tratamento dado a qualquer ídolo ou idolatrado, a Toyota deve ter passado no deserto. Entenda-se que antes da montadora ser mais uma no cenário mundial, a Toyota é muito mais. A Toyota no Japão é sinônimo de tecnologia, modus operandi, modus vivendi e modus essendi.

Muito embora, com toda a eficácia a Toyota introduza processos como os modelos dos kanbans para o controle de estoques, (Copiados por seus técnicos das livrarias que desde sempre, seus produtos, livros e revistas, contêm um pequeno filete de papel especificando-o, e que levados ao caixa são devidamente coletados e ao final do dia eram re-encomendados às editoras, facilitando o processo de atualização de estoque; neste mercado que editam cerca de 200 novas edições ao dia. Hoje são os códigos de barra que cumprem esta função.) atualmente, ocorre o inverso; todo e qualquer empreendimento não acoplando os ensinamentos e os preceitos da Toyota estão fadados ao insucesso. Do processo de compra e venda de telefones celulares a uma mega compra e entrega automatizada de um hipermercado; de uma pizzaria de entrega à domícilio ao processo logístico de uma pequena fábrica.

Detentora e sabedora da importância desta cultura adquirida a Toyota cumpre o seu papel distribuindo manuais a quem interessar deva, que vão desde os princípios de uma linha de montagem de eficiência total, disposição de máquinas para a produção limite ao mais baixo custo e qualidade máxima, até os procedimentos para aperfeiçoar harmonicamente os departamentos pessoais para casos de entraves trabalhisticos, e também, dispositivos para uso de mãos de obra estrangeira.

Um dos pilares que ajuda, e muito, este projeto nacional, é a imprensa japonesa. Logo após ao anúncio de que a forma da General Motors contar os carros produzidos seja no pátio ou nas revendedora pelas totalidade, divergirem da forma de contar da Toyota Motors, sempre justos, contando os produzidos e vendidos, os meios de comunicação japoneses vieram uníssonos lembrando que a Toyota ainda não era a maior produtora de veículos. “Fica para o próximo ano.” dizia cabisbaixo o noticiarista. Exacerbados e ineptos, no Brasil já anunciavam notícias outras. Baboseiras e falando de processos tecnológicos sem material humano educado.

Eis no entanto, que esta façanha só está possível devido ao achatamento salarial pela qual passa o povo japonês. Desde que o dólar no ano de 1995 atingiu o contra-pé dos empresários japoneses, chegando bem abaixo de 100 ienes, apressou-se as devidas mudanças para passar incólumes à turbulências o empresariado; mudando-se as regras de contratação de pessoal, admitindo mulheres em linhas de produção noturnas e alternadas, a equiparação e a não diferenciação do trabalho entre homens e mulheres, reduzindo horas extras, antecedendo aposentadorias aos idosos, renovando todo o fronte nivelado num nível mais enxuto, e, outras estripulias mais, entre M&A, parcerias, conjunções de forças. Erra quem diz que a Toyota está isento deste processo.

Não por isso, o atual presidente da Toyota Motors. Hiroshi Okuda presidiu o Keidanren, a associação dos empresários japoneses, uma espécie de Fiesp, mas inteligente e com uma visão mais ampla e longinqüa, nos anos de 2002 a 2006. Os anos principais para toda esta transformação.

Com isto, todos os economistas japoneses não vacilam em dizer que o dólar pode chegar até os 90 ienes que a economia japonesa não quebra. Aliás, como o Japão importa quase tudo, das matérias-primas à alimentação, perigando até levam uma certa vantagem na totalidade.

Isto é, claro e logicamente, porque aumenta o número de pessoas que ganham menos no país. Eu e você.

Rede de Bobalização do Brasil II

Darcy Suzuki | Atualidades, Imprensinha, Contra-informação | Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008

Continuando o tema anterior, sobre o Governador Roberto Requião, há duas visões sobre o tema, bastante interessantes.

Uma, do jornalista Alberto Dines no Observatório da Imprensa. Leia aqui e sinta! (Não precisa saber nada.)

E a outra, uma informação de Paulo Henrique Amorim. Leia aqui e sinta! (Não precisa saber nada.)

Rede de Bobalização do Brasil.

Darcy Suzuki | Recordar é viver, Imprensinha, Contra-informação | Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

Só para registro…

No Brasil, o assunto nas boas casas do ramo é o Governador do Paraná, Roberto Requião.

O assunto abaixo é outro, mas vale lembrar a hipotenusa de todos os descasos referentes ao Governador Requião, ao Brasil e aos brasileiros.



Não, não, não…

Darcy Suzuki | Atualidades, Contra-informação | Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008

O ano ainda não começou por aqui. Em breve vou estar postando algumas matérias retroativas.

Estive em viagem ao sul do Japão e está tudo anotado!!!

Somente um aparte: Andam falando muitas mentiras sobre o nosso mundo. Além das questões ambientais, a tal, sustentabilidade ecológica; esta de aumentar a produção, expandindo o consumismo mais e mais, e detendo o destrilho do meio ambiente. A outra mentira é o que reflete a imprensa do mundo, que está a reverter a remota possibilidade do símbolo político mundial ser presidido por um negro. Muito engraçado o espanto de “ter que crer” dos autômatos desta nossa sociedade, boquiabertos, com o cenário que está se consumando.

O que não quer dizer nada, senão um colapso em si, de um desgoverno político. Pela primeira vez, a branca e franca Evelyn Macnamara, uma enfermeira desempregada no oeste americano, por exemplo, vai votar pela primeira vez aos 54 anos, porque do jeito que está, não dá. Ela quer um seguro social maior e uma assistência mais digna para com os desempregados pátrios. E assim é a democracia que brinda e blinda, a nossa fajuta imprensa mundial.

Mas contra isto, não há muito que saber. Basta sentir.

Contra fotos não há argumentos!!!

clintonap1712_468x592.jpg ou obamabarack.jpg

Contam as línguas, que Colin Luther Powell, o ex-homem chave de George Bush, quando incentivado pelos redores para se candidatar à Presidência dos Estados Unidos desistiu ao consultar a sua prudente e sensata esposa Alma Vivian Johnson:

- Colin, você se esquece que é negro. Não vão deixar você terminar seu mandato!

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