O caso da revista Veja.

Darcy Suzuki | Atualidades, Imprensinha, Contra-informação | Sábado, 9 de Fevereiro de 2008

Pequenas notas para um trabalho de Hércules.

Visitantes poucos deste espaço pequeno, meninos e meninas, demais inteligentes e seleto:

Ana Paula Sousa é sem sombra de dúvida o melhor braço, um dos textos mais limpos, e puros, desta época triste do nosso jornalismo brasileiro. Não! Porque o mundo ainda continua bonito, as pessoas fortes, o tempo um demônio e o vento moinho. Só a imprensa brasileira caminha ao M maiúsculo. Exceto… Salve Ana Paula Sousa! Ela escreve na revista Carta Capital. É editora de cultura. Um primor…

Falando em M maiúsculo me lembro da revista Veja…

Luís Nassif é outro, este um cidadão, que traz consigo uma esperança e uma respeitabilidade; respeito, peito e habilidade, que nos lembra que nem tudo está perdido no país. Antes de jornalista, homem, e repórter sempre. Este, uma primazia.

Não deixe de ler!!! Não saiba; sinta!!!

O caso da revista Veja:

A catarse e a mídia

A mudança de comando

A guerra das cervejas

O caso Andre Esteves

O caso COC

Primeiros ataques a Dantas

Assassinatos de reputação

O quarteto de Veja

Os primeiros serviços

O caso Edson Vidigal

O dossiê falso

Rede de Bobalização do Brasil II

Darcy Suzuki | Atualidades, Imprensinha, Contra-informação | Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008

Continuando o tema anterior, sobre o Governador Roberto Requião, há duas visões sobre o tema, bastante interessantes.

Uma, do jornalista Alberto Dines no Observatório da Imprensa. Leia aqui e sinta! (Não precisa saber nada.)

E a outra, uma informação de Paulo Henrique Amorim. Leia aqui e sinta! (Não precisa saber nada.)

Rede de Bobalização do Brasil.

Darcy Suzuki | Recordar é viver, Imprensinha, Contra-informação | Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

Só para registro…

No Brasil, o assunto nas boas casas do ramo é o Governador do Paraná, Roberto Requião.

O assunto abaixo é outro, mas vale lembrar a hipotenusa de todos os descasos referentes ao Governador Requião, ao Brasil e aos brasileiros.



Ah, revista Veja…

Darcy Suzuki | Atualidades, Imprensinha, Contra-informação | Sábado, 29 de Dezembro de 2007

Eu praticamente aprendi a ler e a gostar do mundo lendo a revista Veja.

O semanário com a sua qualidade gráfica, com a sua informação abrangente, tentando sempre mostrar o Brasil que progride, que avança e que acontece, sempre foi um orgulho para mim.

Sempre mostrei a revista aos japoneses para apreciarem as fotos, nem que sejam, mas eles não gostam de tudo que é volumoso.

Sabiamente, desconfiam das partes brancas, muitas; das cores vivas e fortes; do peso do papel, espesso; do excesso publicitário, e, da defasagem de revista de qualidade num país pobre; qualidade material que não existe nem aqui nem nos Estados Unidos. Há, segundo a visão japonesa, algo de unbalance no ar…

A projeto e a concepção da Veja (tiradas as desqualidades acima citadas) foi realizada em 1968, e graças, ao excepcional jornalista italiano Mino Carta que agora dirige a revista Carta Capital. Depois de criar o Jornal da Tarde, Quatro Rodas, na Abril; e a Istoé da Editora Três.

Mas a revista Veja me decepciona nestes últimos anos.

Ela ainda continua uma revista muito atraente e deliciosa de se ler, mas peca tentando impor além da sua linha editorial, uma linha política, nas informações.

Para exemplificar sinta, (não saiba), sinta, as informações expressas neste podcast da Veja:


Outro excepcional jornalista, Luís Nassif nos desvenda um dos porquês desta decaída:

O JORNALISMO DA VEJA

Da Veja desta semana

Em maio de 2006, VEJA revelou que o banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity, tinha em mãos uma lista com contas bancárias supostamente mantidas no exterior por figurões da República. Encomendada por Dantas ao americano Frank Holder, ex-espião da agência de investigações Kroll, ela seria uma evidência do enriquecimento ilícito das autoridades nela mencionadas – inclusive o próprio presidente Lula. A reportagem de VEJA teve acesso à lista, sob a condição de que o nome de Dantas não fosse divulgado. Uma perícia contratada pela revista revelou, no entanto, diversas inconsistências no material, que tornaram impossível comprovar cabalmente a inexistência das contas sem ao mesmo tempo desmentir sua existência. Diante de sinais de que Dantas usava a lista como elemento de chantagem em uma disputa empresarial com fundos de pensão de estatais, VEJA revelou sua existência e apontou o banqueiro como seu autor – fato, claro, negado por Dantas. Além disso, a revista enviou, na ocasião, toda a papelada que reuniu sobre as supostas contas ao procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, que, efetivamente, investigou o caso.

Comentário de Luis Nassif:

Repito o que escrevi durante a semana. O contato de Veja com Daniel Dantas era e é o diretor de redação Eurípedes Alcântara.

Durante dois anos pelo menos há inúmeras evidências de que Veja foi instrumento ativo nas disputas empresariais e jurídicas do empresário. E continua nesse jogo, apesar de manobras de despiste, como essa matéria – só agora publicada, depois do fato ter ocorrido e do Blog ter chamado a atenção para as ligações entre Eurípedes e Dantas.

A estratégia do do diretor de redação consiste em atacar Dantas em questões acessórias, para melhor poder apoiá-lo em temas essenciais, como a repercussão que deu a esse caso da intérprete. Depois, cercar-se de guarda-costas que atuam como fogo de barreira, para desviar o foco dele. No caso do falso dossiê, foi obrigada a revelar a fonte, porque, depois de apurada a falsificação, não havia como fugir ao tema. Mas o fez da forma mais dúbia possível.

Justamente a perda do critério jornalístico foi que transformou Veja em território livre, manobrado por Eurípedes e Mário Sabino. É como a empresa que passa a usar caixa 2 e acaba perdendo o controle sobre os atos de seus executivos, por ter aberto mão dos instrumentos formais de controle.

Quando se seguem critérios jornalísticos, basta alguma reportagem fugir do critério para acender a luz amarela. Com a perda do referencial, perdeu-se igualmente o controle e conferiu-se aos diretores o direito de matar – burlando inclusive os controles internos.

É importante que a Abril perceba esse jogo, porque o que está em questão é a própria imagem da editora. É simples pegar o fio da meada. É só juntar as matérias sobre o tema publicadas nesse período.

Repito, tudo isso foi feito em contato direto de Dantas com Eurípedes. Mas como é período natalino, vamos deixar passar as Festas para aprofundar o tema.

Ao que responde o diretor de redação da Veja, Eurípedes Alcântara:

O estilo Eurípedes por Luis Nassif:

É questão de tempo para que apareçam as ligações do diretor de redação da Veja Eurípedes Alcântara e o publicitário Eduardo Fischer. E também com o banqueiro Daniel Dantas. A ficha de Roberto Civita só irá cair quando Eurípedes requerer a aposentadoria e seus novos planos ficarem claros.

Até lá, Eurípedes julga que poderá intimidar com ataques encomendados a pistoleiros ou mesmo com ataques agressivos neste Blog.

Para entender o seu perfil, sugiro lerem os comentários no post “O Código da Abril”. Seu comentário está assinado. Os demais ataques, em outros blogs, são terceirizados. Ambos só comprovam o desespero.

Enviado por: Euripedes Alcantara
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turco ladrao, cara de rato, roubou o proprio cunhado e
tenta arrastar as pessoas honestas para sua vala de
bestas. cuidado comigo, turco ladrao, mascate, cara
de rato..tu nao me conheces cuidado…f**** da p****,
ladrtao de cunhado. influencia sobre mim ninguem tem…
seu rato. cuidado. conheco sua fuca. vou jogar uma taca de vinho( do bom) na sua cara….rato,mascate, ladrao, f*** da p ***,
ladrao de cunhado…!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!ladrao de cunhado !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
09/12/2007 22:11

Leia mais sobre esta novela no blog Luis Nassif On Line

As Vejas que eu guardava aqui no Japão, o serviço de reciclagem levou. Mas o que eu faço com aquelas pilhas de Veja que tenho no Brasil, que segundo Marcelo Tas acertadamente diz: Nem pra pegar fogo serve!?!?!?

Em sintonia com o movimento da sustentabilidade a revista Veja deveria se tornar só virtual, para economizar papel e celulose. O planeta agradeceria.

Você lê a revista Veja???

Darcy Suzuki | Atualidades, Imprensinha, Contra-informação | Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

Pois, então, leia sabendo desta novela que se arrasta no Brasil.

Provavelmente, a revista não vai se pronunciar sobre isto.

A revista é sempre bastante minunciosa em relação às falcatruas, às negociatas e às corrupções que corroem o Brasil. E é muito bom que exista esse tipo de jornalismo no país.

No entanto, caro leitor de Veja, é preciso saber e estar alerta que a própria Veja não esta ilesa à podridão que assola os meios de comunicação no Brasil.

Não diria não leia, mas leia tudo espertamente, sem ser enganado por estes “faróis” de Alexandria, como diria Paulo Henrique Amorim.

O problema do farol é que elas não iluminam a si mesma.


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